segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Pesquisa: Teoria do Caos

Integrantes do grupo:

  • Bruna Mattos
  • Bruna Peres
  • César Matos
  • Felipe Morales
  • Johan Freire
  • Marina Paixão
  • Tainah Vilella
ARTIGOS E COMENTÁRIOS
Artigo 1º: “O que é a teoria do caos?”


“É uma das leis mais importantes do Universo, presente na essência de quase tudo o que nos cerca. A ideia central da teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer consequências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis - caóticos, portanto. Parece assustador, mas é só dar uma olhada nos fenômenos mais casuais da vida para notar que essa ideia faz sentido. Imagine que, no passado, você tenha perdido o vestibular na faculdade de seus sonhos porque um prego furou o pneu do ônibus. Desconsolado, você entra em outra universidade. Então, as pessoas com quem você vai conviver serão outras, seus amigos vão mudar, os amores serão diferentes, seus filhos e netos podem ser outros...


No final, sua vida se alterou por completo, e tudo por causa do tal prego no início dessa sequência de eventos! Esse tipo de imprevisibilidade nunca foi segredo, mas a coisa ganhou ares de estudo científico sério no início da década de 1960, quando o meteorologista americano Edward Lorenz descobriu que fenômenos aparentemente simples têm um comportamento tão caótico quanto a vida. Ele chegou a essa conclusão ao testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar. Um dia, Lorenz teclou um dos números que alimentava os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, esperando que o resultado mudasse pouco. Mas a alteração insignificante, equivalente ao prego do nosso exemplo, transformou completamente o padrão das massas de ar. Para Lorenz, era como se "o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas". Com base nessas observações, ele formulou equações que mostravam o tal "efeito borboleta".


Estava fundada a teoria do caos. Com o tempo, cientistas concluíram que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do ritmo dos batimentos cardíacos às cotações da Bolsa de Valores. Na década de 70, o matemático polonês Benoit Mandelbrot deu um novo impulso à teoria ao notar que as equações de Lorenz batiam com as que ele próprio havia feito quando desenvolveu os fractais, figuras geradas a partir de fórmulas que retratam matematicamente a geometria da natureza, como o relevo do solo ou as ramificações de nossas veias e artérias. A junção do experimento de Lorenz com a matemática de Mandelbrot indica que o caos parece estar na essência de tudo, moldando o Universo. "Lorenz e eu buscávamos a mesma verdade, escondida no meio de uma grande montanha.


A diferença é que escavamos a partir de lugares diferentes", diz Mandelbrot, hoje na Universidade de Yale, nos Estados Unidos. E pesquisas recentes mostraram algo ainda mais surpreendente: equações idênticas aparecem em fenômenos caóticos que não têm nada a ver uns com os outros. "As equações de Lorenz para o caos das massas de ar surgem também em experimentos com raio laser, e as mesmas fórmulas que regem certas soluções químicas se repetem quando estudamos o ritmo desordenado das gotas de uma torneira", afirma o matemático Steven Strogatz, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Isso significa que pode haver uma estranha ordem por trás de toda a imprevisibilidade. Só a continuação das "escavações" pode resolver o mistério.”
Disponível em: http://mundoestranho.abril.com.br
Comentário:
Este texto explica a forma como a teoria do caos é entendida e como ela é tratada e demonstrada em situações cotidianas, teorias como a do efeito borboleta e a dos fractais, e como elas foram desenvolvidas, também são discutidas. É possível que se faça uma analogia aos teoremas estudados com tipos de padrões, ou seja, pode-se entender, que o “caos” segue padrões, apesar de ser uma coisa desordenada, cada fenômeno discutido tem seu próprio padrão (como no caso dos fractais - "Eles contêm, dentro de si, cópias menores deles mesmos. Essas cópias, por sua vez, contêm cópias ainda menores e assim sucessivamente", explica Eduardo Colli, (IME-USP)).De forma geral, este é um texto auto explicativo que ensina o teorema do caos de forma simples e interativa.

Artigo 2º: “Teoria do Caos”
Disponível em: http://www.professores.uff.br/salete/caos.htm
Comentário:
          Pode não parecer, mas a palavra “caos” pode significar sim algo bom. E na famosa Teoria do Caos ela representa uma desordem ordenada, coisa bem além do que seu simples significado de confusão.
          Seu criador e precursor foi Edward Lorenz, que em 1960 foi testar modelos matemáticos criados por ele para simular movimentos de massas de ar. Alterando apenas poucas casas decimais ou fazendo pequenos erros propositais faz com mude completamente o padrão do tempo. Assim em 1979, Lorenz publica seu artigo com a descoberta do “efeito borboleta”. Com o tempo descobriu-se que essa imprevisibilidade aparecia em vários campos como na biologia, ecologia e até na economia, não obedecendo às leis lineares (febre antes dos anos 70, onde os físicos se baseavam em modelos lineares de equações que não possuem taxas variáveis de mudanças, e sim fixas).
           Grandes cientistas também ajudaram na formação da Teoria do caos, como James Yorke, Robert May, Benoit Mandelbrot e James Gleick. Como se pode ver é tudo bem recente e em constante mudança, mas o que eles tem certeza é que sempre pode haver um estranha ordem por trás de toda imprevisibilidade.

Artigo 3º: “Teoria do Caos e Educação”
Comentário:
O artigo se encera com o seguinte trecho "Com efeito, os educadores podem ir ao encontro dos estudantes, já indagando: se as asas de uma pequena borboleta podem provocar efeitos inacreditáveis em realidades longínquas, por que educadores e educandos não podem estabelecer, na sala de aula, uma sociabilidade graciosa, capaz de quebrar as lógicas de causa-e-efeito, abolindo a pena e o castigo?" o que já mostra o seu posicionamento e em quais argumentos são baseados sua opinião.
O autor discorda em relacionar a teoria do caos /efeito borboleta com a pedagogia, questiona que nem todo o mundo é matematicamente cognoscível,onde apenas a causa-e-efeito reinariam completamente , e que como consequencia trazem uma moralidade baseada na punição e no castigo.
 A Pedagogia possui um caráter prescritivo e normativo, baseada em uma relação homem e sociedade através da transmisão da cultura produzida socialmente, valores e "certezas" sobre o mundo. Já a Teoria do Caos é uma teoria matemática que pretende prever o acaso, , os quais se configuram a partir da interação aleatória de micro-fatores cujos efeitos são, para os teóricos do caos, apenas "aparentemente" ou "temporariamente" imprevisíveis.
Porém, nada impede que novos educadores comecem a questionar seus métodos, e a enxergar pequenas aplicações cotidianas com causas-e-efeitos temporários, mudando assim da metodologia autoritária para a de construção compartilhada de conhecimento.
IMAGENS E COMENTÁRIOS
Imagem 1

Comentário:
A imagem acima representada demonstra a teoria de Edward Lorenzdo “efeito borboleta”. Tal teoria foi uma das sementes para a “teoria do caos”, que teve seu ápice em meados dos anos 80. Edward trabalhava com simulações de ventos em supercomputadores, por volta de 1960 ele desenvolveu modelos computacionais com padrões do tempo, escreveu um programa baseado em doze equações simples que em linhas gerais modelava os principais fatores que influenciam o tempo. Após alguns testes, ele resolveu trocar um número de uma casa decimal em uma das simulações, pensando que nada iria mudar, porém, não foi o que aconteceu, proporcionando a Lorenz descobrir algo surpreendente: pequenas mudanças ou pequenos erros em um par de variáveis produziam efeitos tremendamente desproporcionais. Para um período de uns dois dias, elas mal faziam diferença, mas para um mês ou mais, as mudanças produziam padrões completamente diferentes. Lorenz chamou sua descoberta de "efeito borboleta", metaforizando que “O bater de asas de uma borboleta aqui, pode gerar um furacão no outro lado do mundo.”, ou seja, pequenos movimentos podem causar grandes mudanças. Esta teoria de que uma simples coisa pode gerar mudanças no futuro sempre foi bem aceita pelas pessoas, mas somente em 1960 ela virou uma espécie de ciência.
Imagem 2


Comentário:
         
A idéia central da teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer conseqüências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis - caóticos, portanto.

Imagem 3

Comentário:
       A imagem mostra a idéia central da Teoria do Caos que consiste em que uma mudança minúscula no início, representada por uma criança,e um evento ( o efeito dominó) possa causar consequências enormes e talvez até caóticas no futuro, representada pelo homem um pouco mais velho em uma proporção maior da imagem.

VÍDEOS E COMENTÁRIOS

Vídeo 1: “O Curioso Caso de Benjamin Button e a teoria do caos”


Comentário:
    Esse vídeo mostra na prática como ocorre a Teoria do Caos citando o caso do atropelamento de uma mulher que se chama Denise. No nosso dia a dia as coisas que acontecem conosco nunca acontecem por acaso ou termina ali. Tudo que acontece tem uma causa anterior e uma consequência futura que pode ser sentida por nós mesmos e também por outras pessoas que não imaginamos, pois os fatos que ocorrem no mundo são todos interligados e geram novos fatos que servirão de consequência para outros fatos e assim por diante. No caso mostrado no vídeo foram citadas várias situações que interferiram e juntas foram à causa do atropelamento da Denise, demonstrando assim como acontece a Teoria do Caos.

Vídeo 2: “Teoria do Caos - Efeito Borboleta”

Link: https://www.youtube.com/watch?v=lRwsX5NxIiM
Comentário:
        O interessante desse vídeo é que no seu inicio ele tenta nos levar a indução da teoria do caos e o efeito borboleta, a partir de imagens conectadas por uma razão sobre o assunto. Após, caso não se tenha entendido com as imagens, ele nos mostra animações em vídeo para que o entendimento sobre o assunto fique completo.
        O que se quer passar é a idéia da conseqüência que um simples ato pode ocasionar, quer no mostrar como as coisas são interdependentes, e que toda ação pode desencadear acontecimentos em larga ou pequena escala como conseqüência de da ação. Nos Poe a acreditar não podemos controlar nada,a imprevisibilidades  o caos dominam o mundo.

 

Vídeo 3: “CAOS E EFEITO BORBOLETA | Nerdologia 15”

Comentário:
         O caos não seria a ausência de ordem, mas sim uma outra forma de organização do mundo, a teoria do caos sugere que, se você pode entender todas as variáveis ​​que afetam um sistema, o padrão subjacente acabará por surgir e será mais fácil prever resultados, ou seja existe um padrão de organização dentro de um fenômeno desorganizado, uma das formas de entender a imprevisibilidade dos fenômenos é por meio do efeito borboleta, ou dizer “um bater de asas de uma borboleta pode causar um furação no outro lado do mundo” está sendo mostrado que não existe fenômeno100% previsível, devido as muitas variáveis complexas que controlam os fenômenos, essa imprevisibilidade é gerado pois todo e qualquer movimento no universo causa uma serie de repercussões no mesmo universo, e estas repercussões são diferentes para cada movimento diferente realizado; Analisando o filme efeito borboleta  se fosse possível voltar no tempo, uma mudança por mais mínima que seja pode mudar completamente o futuro, de uma forma imprevisível. Concluindo a teoria do Caos revela a incapacidade humana de compreender ou controlar o resultado de suas próprias ações ou mesmo de fenômenos naturais, conclusão assustadora para alguns, e libertadora para tantos outros.



QUESTÕES
4. Caracterize: teoria do caos, pós-modernidade, cibercultura, holismo, “era do vazio”, ciência da informação e da comunicação : tic’s
·         Pós-modernidade:
Em Filosofia e na Teoria Crítica, pós-modernidade refere-se ao estado ou condição da sociedade existir depois da modernidade.
A pós-modernidade é um conceito da sociologia histórica que designa a condição sócio-cultural e estética prevalente no capitalismo após a queda do Muro de Berlim (1989), o colapso da União Soviética e a crise das ideologias nas sociedades ocidentais no final do século XX, com a dissolução da referência à razão como uma garantia de possibilidade de compreensão do mundo através de esquemas totalizantes.
·         Cibercultura:
O termo Cibercultura tem vários sentidos, mas se pode entender como a forma sociocultural que advém de uma relação de trocas entre a sociedade, a cultura e as novas tecnologias surgidas na década de 70.
É a cultura que surge a partir do uso da rede de computadores através da comunicação virtual, a indústria do entretenimento e o comércio eletrônico. É também o estudo de vários fenômenos sociais associados à internet e outras novas formas de comunicação em rede, como as comunidades on-line, jogos de multi-usuários, jogos sociais, mídias sociais, realidade aumentada, mensagens de texto, e inclui questões relacionadas à identidade, privacidade e formação de rede.
·         Holismo:
O Holismo, ou a visão holística é uma maneira de ver o mundo, o Homem e a vida em si como entidades únicas, completas e intimamente associadas. O Holismo prega que o todo existe em cada parte, é usado para designar um modo de pensar, ou considerar a realidade, segundo a qual nada pode ser explicado pela mera ordenação ou disposição das partes, mas antes pelas relações que elas mantém entre si e com o todo. As realidades poderiam ser entendidas em dois estágios: o primeiro seria o “todo" e este, por sua vez, seria composto por partes distintas porém inter-relacionadas, apenas compreensíveis dentro do contexto deste “todo”.
Sendo uma forma de tentar unir o Homem ao universo (natureza) onde está inserido, o Holismo visa a integração dos seus aspectos físicos, emocionais e mentais. O Ser Humano não é somente matéria física, nem somente consciência, nem apenas emoções, logo, levar em consideração apenas alguns destes aspectos isoladamente, é perder de vista a sua integridade.
Exemplos de frases com princípios Holistas:
•“Há uma Vida que é a vida de todos os seres”;
• “Há uma Consciência que é a consciência de todos os seres. E que a Matéria que forma os veículos de todos os seres é Una.”
·         A Era do Vazio:
A Era do Vazio baseia-se em um novo estágio histórico do individualismo, uma nova era democrática que se traduz pela redução da violência e pelo desgaste do que há um século vem sendo considerada como vanguarda, onde as sociedades democráticas avançadas estão agora situadas na era 'pós-moderna'. É focalizado o enfraquecimento da sociedade, dos costumes, do indivíduo contemporâneo, da era do consumo de massa e a emergência de um modo de socialização e de individualização inédita, numa ruptura com que foi instituído a partir dos séculos XVII e XVIII.
·         Teoria do Caos:
A ideia central da teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer consequências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis, caóticos portanto.
·         Ciência da informação e comunicação:
A Ciência da informação e da comunicação é um campo interdisciplinar principalmente preocupado com a análise, coleta, classificação, manipulação, armazenamento, recuperação e disseminação da informação. Ou seja, esta ciência estuda a informação desde a sua gênese até o processo de transformação de dados em conhecimento. Estuda ainda a aplicação da informação em organizações, seu uso, e estuda as interações entre pessoas, organização e sistemas de informação. Logística da Informação, planejamento de informação, modelagem de dados e análise, são as principais áreas de estudo, como também a teoria da organização.
5.  Relativismo, ausência de posicionamento crítico social, aceitação a crítica de experiências contemporâneas podem levar ao risco da destruição da ordem e a consequente destruição do tecido social? Caminhamos para o caos?
A ciência do imprevisível, e da incerteza, a teoria do caos é descrita como sensibilidade extrema às condições iniciais, o caos questiona a possibilidade de fazermos previsões de longo prazo de qualquer sistema, pois diferenças mínimas das condições iniciais levam o sistema a gerar resultados diversos. Isso nos leva à ideia do Efeito Borboleta: uma cadeia de eventos aparentemente sem importância que muda os acontecimentos através do tempo e leva a resultados imprevisíveis e mostra que toda experiência é única e aleatória. Hoje em dia ao surgimento de uma ciência que não mais se limita a situações simplificadas, idealizadas, mas nos põe diante da complexidade do mundo real, não mais se limita, na inteligência compartimentada, mecanicista e racional, por isso noções como a de caos, invadiram todos os campos da ciência, a certeza e a exatidão não são mais paradigmas da ciência.
6. Qual é o papel da ciência e da tecnologia no mundo atual? (pós-moderno)
Há de se saber que o índice de natalidade global é maior do que a mortalidade, a população sempre tende a crescer. contudo, o espaço de terra habitável continuará sempre o mesmo fazendo com que surja um problema. A demanda de alimento cresce conforme as pessoas nascem. Mais pessoas, mais comida. Se tiramos a maioria de nossos alimentos e recursos da terra; mais comida, mais terra? É ai que a tecnologia e a ciência entram, tendo um papel fundamental no desenvolvimento da produção de alimentos, sendo assim extremamente necessária para o futuro da humanidade. Além disso, tem a questão de “limpar” o que nós já fizemos com o planeta, tantas guerras, esse capitalismo selvagem, a ignorância do ser humano com as causas sociais, poluição desenfreada.. Sem o foco no desenvolvimento sustentável não será possível nos “sustentarmos” nesse mundo

Pesquisa: Boaventura de Souza Santos

Integrantes do grupo:

  • Caio Froes
  • Eduardo Kenji
  • Julia Nunes
  • Vinícius Araújo

BIOGRAFIA:

 • Português, nascido em 15 de novembro de 1940;
 • Licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra;
 • Estudou filosofia do direito em Berlim;
 • Doutorado na Yale (2015);
 • Fundador da faculdade de Economia de Coimbra (1973);
 • É professor na Faculdade de Economia de Coimbra;
 • Diretor do Centro de Estudos Sociais e Coordenador científico do Observatório Permanente da justiça portuguesa;


OBRAS PUBLICADAS

 * 1987: Um Discurso Sobre as Ciências
 * 1988: O Social e o Político na Transição Pós-moderna
 * 1989: Introdução a uma ciência pós-moderna
 * 1990: O Estado e a Sociedade em Portugal (1974-1988). Porto: Afrontamento.
 * 1993 (org.): Portugal: um retrato singular, Porto: Afrontamento.
 * 1994:"Pela mão de Alice - o social e o político na pós-modernidade". Porto: Afrontamento.
 * 2000 Para uma concepção pós-moderna do direito. Acrítica da razão indolente: contra o desperdício da experiência, Porto: Afrontamento.
 * 2001 (org.): Globalização: Fatalidade ou Utopia?, Porto: Afrontamento.
 * 2004 : Escrita INKZ, Rio de Janeiro: Aeroplano.
 * 2005: " A Universidade do Século XXI: para uma reforma democrática e emancipatória da Universidade". 2.ed. São Paulo: Cortez Editora, 2005. (Coleção questões de nossa época; v.120).
 * 2005: O Fórum Social Mundial: manual de uso. São Paulo: Cortez Editora.
 * 2006 : Viagem ao centro da pele. Rio de Janeiro: Revista Confraria do Vento [7]
 * 2006 : A gramática do tempo: para uma nova cultura política, S. Paulo, Porto : Cortez Ed., Afrontamento.
 * 2006 : The Heterogeneous State and Legal Pluralism in Mozambique, Law & Society Review, 40, 1: 39-75.
 * 2007: La Reinvención del Estado y el Estado Plurinacional. Cochabamba: Alianza Internacional CENDA-CEJIS-CEDIB, Bolívia
 * 2007: El derecho y la globalización desde abajo. Com Rodriguez Garavito, César A. (Orgs), México: Anthropos.
 * Cognitive Justice in a Global World: Prudent Knowledge for a Decent Life (Org.). Lanham: Lexington,
 * 2007: Para uma revolução democrática da justiça. São Paulo: Cortez Editora

PELA MÃO DE ALICE: O SOCIAL E O POLÍTICO NA TRANSIÇÃO PÓS-MODERNA

 • Reflexão organizada sobre a transição entre paradigmas societais e diferentes modos de viver a vida em sociedade;
 •“Crise” do Projeto Cultural da Modernidade;
 • É dividido em três partes;

PELA MÃO DE ALICE : PARTE I

 • Referências teóricas de sua investigação;
 • “Perplexidades analíticas”;
 •Análise do marxismo;

PELA MÃO DE ALICE: PARTE II

 • Análise de alguns dos aspectos da crise da modernidade enquanto paradigma societal;
 •Tentativa de incluir países e situações diferentes;
 •11 testes sobre a situação de Portugal;
 • A necessidade de uma reação à racionalidade imposta pelo capitalismo (pós-modernidade);
 •Alternativas para superar a proposta do capitalismo moderno;

PELA MÃO DE ALICE: PARTE III

 •Análise do passado e presente, com futuro;
 •Constrói um resumo dos estudos sociológicos sobre a administração da justiça;
 •democratização da justiça e do acesso ao direito;

PROJETO ALICE

 • Início: Julho de 2011;
 • Boaventura é o diretor do projeto;
 •O projeto Alice é um momento importante no seu percurso científico e profissional, já que lhe permite rodear-se de uma equipa de jovens investigadores originários de vários países e formações científicas, dispostos a aprofundar coletivamente as linhas de investigação que decorrem das premissas epistemológicas, teórico-analíticas e metodológicas que vêm ganhando consistência desde há muito no seu trabalho. 
 • O projeto é financiado pelo Conselho Europeu para Investigação;
 • Visa repensar e renovar o conhecimento científico-social através das Epistemologias do Sul, propostas pelo diretor, com o objetivo de desenvolver novos paradigmas teóricos e políticos de transformação social.  • Transformação social, política e institucional pode beneficiar inovações em países do Sul Global.
 • Conta com uma equipe de jovens de diferentes países e formações;
 • Atua no Brasil, Bolívia, Equador, França, Índia, Itália, Portugal, África do Sul e Reino Unido.
 • Site: http://alice.ces.uc.pt/en/?lang=pt

REFERÊNCIAS 

http://alice.ces.uc.pt/en/index.php/about/boaventura-de-sousa-santos/?lang=pt 
https://www.google.com.br/search?q=pela+m%C3%A3o+de+alice+resenha&rlz= 1C1AVNE_enBR662&oq=pela+mao+de+alice&aqs=chrome.4.69i57j0l5.7072j0j4& sourceid=chrome&es_sm=122&ie=UTF-8#

QUESTÕES
4. Teoria do Caos
É uma das leis mais importantes do Universo, presente na essência de quase tudo o que nos cerca. A idéia central da teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer conseqüências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis - caóticos, portanto. Parece assustador, mas é só dar uma olhada nos fenômenos mais casuais da vida para notar que essa idéia faz sentido.
A teoria ganhou áres de estudo científico sério no início da década de 1960, quando o meteorologista americano Edward Lorenz descobriu que fenômenos aparentemente simples têm um comportamento tão caótico quanto a vida. Ele chegou a essa conclusão ao testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar. Um dia, Lorenz teclou um dos números que alimentava os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, esperando que o resultado mudasse pouco. Mas a alteração insignificante, equivalente ao prego do nosso exemplo, transformou completamente o padrão das massas de ar. Para Lorenz, era como se "o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas". Com base nessas observações, ele formulou equações que mostravam o tal "efeito borboleta".
Estava fundada a teoria do caos. Com o tempo, cientistas concluíram que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do ritmo dos batimentos cardíacos às cotações da Bolsa de Valores. Na década de 70, o matemático polonês Benoit Mandelbrot deu um novo impulso à teoria ao notar que as equações de Lorenz batiam com as que ele próprio havia feito quando desenvolveu os fractais, figuras geradas a partir de fórmulas que retratam matematicamente a geometria da natureza, como o relevo do solo ou as ramificações de nossas veias e artérias. A junção do experimento de Lorenz com a matemática de Mandelbrot indica que o caos parece estar na essência de tudo, moldando o Universo. "Lorenz e eu buscávamos a mesma verdade, escondida no meio de uma grande montanha.
De acordo com dados coletados pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos. E pesquisas recentes mostraram algo ainda mais surpreendente: equações idênticas aparecem em fenômenos caóticos que não têm nada a ver uns com os outros. "As equações de Lorenz para o caos das massas de ar surgem também em experimentos com raio laser, e as mesmas fórmulas que regem certas soluções químicas se repetem quando estudamos o ritmo desordenado das gotas de uma torneira", afirma o matemático Steven Strogatz, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos.



Pós-modernidade e a "era do vazio"
A sociedade pós-moderna é aquela em que reina a indiferença de massa, no qual domina o sentimento de repetição e estagnação, na qual a autonomia particular avança por si mesma, em que o novo é acolhido do mesmo modo que o velho, em que a inovação se torna banal, em que o futuro não é mais assimilado a um progresso inelutável. A sociedade moderna era conquistadora, a creditava no futuro, na ciência, na técnica.
Na sociedade pós-moderna, a confiança e a fé no futuro se dissolvem, ninguém mais acredita nos amanhãs radiosos da revolução. O conceito de revolução desaparece ante uma nova ordem mais pausterizada.
Na sociedade pós-moderna, as pessoas querem viver o momento atual, aqui e agora, querem se conservar jovens e não pensam mais em forjar um novo homem. A sociedade pós-modernidade tem mais ídolos ou tabus, é o vazio que predomina.
A cultura pós-moderna é voltada para o aumento do individualismo, diversificando as opções de escolha, cada vez mais opções de escolha sobre tudo em uma sociedade de consumo levando a perda de uma visão crítica sobre os objetos e valores que estão a nossa volta. É uma cultura da personalização. Individualismo total. Os desejos individualistas passam a ter mais valor do que os desejos e interesses de classe, fazendo com que se enfraqueça a perspectiva de movimentos sociais e de vida coletiva. Cada vez mais se criam nichos específicos sociais onde cada um encontra o seu par de acordo com os próprios interesses que acabam por fortalecer esta visão pessoal em detrimento do social. Desejo de estar entre idênticos, junto aos demais indivíduos que compartilham as mesmas preocupações imediatas e circunscritas. Narcisismo coletivo: parecemos-nos porque somos semelhantes, porque temos os mesmos objetivos existenciais. É uma sociedade mais caracterizada pela informação e pela expressão.
Indiferença aos conteúdos, a comunicação sem finalidade e sem público, o desejo de se expressar, de se manifestar a respeito de nada. Comunicar por comunicar, expressar-se sem qualquer outra finalidade a não ser expressar-se e ser ouvido por um micro-público, esta é a lógica do vazio. O isolamento do ser social e a valorização do ser individual.



Ciber-cultura
De acordo com Pierre Lévy cibercultura pode ser definida  como o lugar que “se constrói e se entende por meio da interconexão das mensagens entre si, por meio de sua vinculação permanente com as comunidades virtuais”.
A cibercultura é relação entre a tecnologia e a comunicação, que começaram a caminhar lado a lado com a evolução tecnológica que gerou a convergência entre informática e telecomunicação. É a cultura da remixagem, do ode a internet, da idolatria ao virtual, o que, diga-se de passagem, é intrínseco às novas gerações.
A cibercultura é uma cultura contemporânea, caracterizada pelo compartilhamento de informação e conhecimento. O que acontece, por exemplo em nosso dia-a-dia quando usamos plataformas sociais, como Facebook, e Twitter, quando acessamos um site de notícias, ou até mesmo em conversas na hora do cafezinho.



Holismo
A palavra “holismo” vem do grego “holos” que significa “todo”, “inteiro”, “completo”, e é usada para designar um modo de pensar, ou considerar a realidade, segundo a qual nada pode ser explicado pela mera ordenação ou disposição das partes, mas antes pelas relações que elas mantém entre si e com o próprio todo. As realidades poderiam ser entendidas em dois estágios: o primeiro seria o “todo" e este, por sua vez, seria composto por partes distintas porém inter-relacionadas, apenas compreensíveis dentro do contexto do “todo”.
O holismo, na verdade, surge da crise que abalou os alicerces da ciência questionando o postulado de qualquer filosofia reducionista, que baseada na lógica do pensamento cartesiano-newtoniano, deixa de considerar as interações existentes entre tudo o que existe e as conseqüências de qualquer alteração nestas interações que, segundo afirmam alguns seriam as responsáveis pelo desequilíbrio enfrentado pelo mundo hoje (seja do ponto de vista social, econômico ou ambiental).

Com implicações profundas em quase todas as áreas do conhecimento, a filosofia holística vem provocando questionamentos principalmente nos campos da saúde onde as doenças começam a ser encaradas como uma manifestação localizada de um distúrbio no equilíbrio do indivíduo como um todo, não apenas de uma de suas partes (questão focada por algumas práticas medicinais tradicionais como a ayurveda).

5 - Qual é o papel da ciência e da tecnologia no mundo atual?

      Vivemos em uma sociedade que a tecnologia e a ciência caminham lado a lado no nosso dia-a-dia, a ciência evoluiu muito e proporcionou muitas facilidades nas nossas tarefas, todas as tecnologias vieram para nos auxiliar de alguma forma e são muito bem sucedidas mas não é tão fácil assim, hoje em dia é preciso ter um bom conhecimento dessas tecnologias e estar atualizado para que você consiga usá-las, muitas tecnologias antigas são consideradas ultrapassadas e não são mais usadas, por exemplo o caso de armazenamento de dados em que antes usavam-se disquetes de 1,4Megabyte e hoje existem pen drives com capacidade de armazenamento muito maior, em Gigabytes. Hoje em dia a tecnologia caminha em uma evolução a passos largos, onde por exemplo se desenvolve um novo tipo de software ou se desenvolvem novos aparelhos para uso no seu trabalho, na busca de economia de tempo e dinheiro. Por outro lado, com os smartphones principalmente que temos praticamente um computador em nossas mãos, conseguimos nos comunicar com outras pessoas de até outro lado do mundo, realizar tarefas de estudo e de trabalho, etc, mostrando de fato como a tecnologia está presente nos mais simples momentos da nossa vida. Então, o que se conclui disso é que a tecnologia é um pilar necessário hoje em dia para o caminhamento da humanidade, onde o seu papel é cada vez mais economizar tempo e dinheiro, tornando tudo mais fácil e desenvolvendo-se de forma sustentável.

6 -Relativismo, ausência de posicionamento crítico social, aceitação as críticas de experiências contemporâneas não podem nos levar ao caos, porque já estamos presente no nele. Segundo a teoria do caos, ele já predomina na sociedade, já que nem tudo sai como o planejado, assim nós não poderíamos estar na direção da teoria do caos, pois ele esta inserido em todas as nossas ações.

Pesquisa: Gilles Lipovetsky

Nome do grupo: Filosofando

Integrantes do grupo:


  • Daniella Aragão de Souza 
  • Nayhara Reis Flôr 
  • Victor do Amaral Ghiraldi 
  • Luiz Felipe Salles Lopes 


Líder: Daniella Aragão de Souza

Textos:

1 – PAYÁ, José Vicent. Resumo do Livro "A Era do Vazio" de Gilles Lipovetsky. 2011. Disponível em: . Acesso em: 10 out. 2015. 

   O livro A Era do Vazio, uma das principais obras de Gilles Lipovetsky, faz uma análise profunda da sociedade pós-moderna, afirmando que esta está marcada pela indiferença de massa e pelo sentimento de que tudo está estagnado e se repete, abrindo espaço para o avanço da autonomia particular e para o sentimento de banalidade perante as inovações características do século. 
   Ao contrário da sociedade moderna, que era futurista e idealista, na pós modernidade não existe uma fé no amanhã, e sim uma necessidade de se viver bem o presente, trazendo como consequência uma valorização da juventude. 
   E, principalmente, há uma forte presença do individualismo na sociedade atual. A maior variedade de opções de escolha sobre qualquer panorama em uma sociedade de consumo leva a uma perda da visão crítica sobre tudo que está a nossa volta. Os desejos do “eu” tornaram-se mais importantes que os desejos do “nós”, enfraquecendo movimentos sociais e ideiais de revolução, já que o presente é o que realmente faz sentido. Os indivíduos passaram a organizar-se de acordo com suas semelhanças com o outro, criando nichos específicos de pessoas que possuem as mesmas preocupações momentâneas, caracterizando um narcisismo coletivo, pois apenas nos parecemos semelhantes em nossas ideias. 
   Assim surge o vazio, com a morte do ser social e o nascimento do ser individual, totalmente indiferente a conteúdos, que se expressa e se manifesta apenas pelo ato de se comunicar, sem preocupar-se com a mensagem em si ou com quem irá recebê-la. 


Vídeo: “Interpretação de A era do vazio”

Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=MMhe4uiE MnY 
O vídeo nos apresenta de forma clara e objetiva a interpretação da questão da moda abordada no livro A era do vazio de Gilles Lipovetsky.

2 – D'ALMEIDA, Tarcísio. Lipovetsky, o Filósofo da Moda. 2013. Disponível em: . Acesso em: 10 out. 2015.
   Galles Lipovetsky nasceu em 24 de setembro de 1944 na cidade de Millau, França. Conhecido por ser um guru da pós-modernidade e pensador polêmico da filosofia de transição do milênio, também é filósofo, pesquisadoe e professor. 
   Já esteve em São Paulo e no Rio de Janeiro ministrando cursos e discutindo sobre 'o fenômeno da moda' nas sociedades comteporâneas. 
   Lipovetsky retrata a moda como um fenômeno literário. E mais, ele não reflete a moda apensa como um fenômeno isolado, mas sim a partir de uma racionalidade científica. Também defende que a moda é marcada pelo tempo atual, o presente, diferente da ideologia (marcada pelo futuro) ou da tradição (marcada pelo passado). 
   Entre suas principais obras podemos citar 'A era do vazio: ensaio sobre o individualismo contemporâneo' e 'Império do efêmero: estudo da moda nas sociedades modernas'. Lipovetsky possui muitas outras obras além dessas, desde antigas (1988) até mais recentes (2015). 
   O texto também apresenta uma entrevista muito interessante realizada com Lipovetsky no Brasil pelo repórter e pesquisador de semiótica da moda na USP Tarcísio D'Almeida. 


Vídeo: “O Valor da Liberdade - 1º episódio (Gilles Lipovetsky)” 

Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=jNN0zJgCUb8 
O vídeo apesar de longo é muito interessante. Nele, Gilles Lipovetsky fala sobre a liberdade expondo seu ponto de vista e detalhando sobre o assunto.

3 - LEÃO, Igor Zanoni Constant Carneiro. Reflexões sobre O Império do Efêmero, de Gilles Lipovetsky. Disponível em : < http://www.economiaetecnologia.ufpr.br/revista/25%20Capa/ Igor%20Zanoni%20Constant%20Carneiro%20Leao.pdf >. Acesso em: 10 out. 2015.
   Sendo um livro polêmico, muito criticado por uns porém considerado um autêntico guia dos anos 80 por outros, O Império do Efêmero: a moda e seu destino nas sociedades modernas, escrito por Gilles Lipovetsky e publicado na França em 1987 e no Brasil em 2009, destaca-se como painel de um pensamento ao mesmo tempo rebelde às tradições críticas clássicas e uma defesa do individualismo democrático daquelas sociedades. 
   Seu objetivo não é estudar as camadas sociais situadas no topo da pirâmide de renda e propriedade, mas o acesso do bem-estar e do luxo a grandes camadas da população logo abaixo destes. 
   Em seu livro, Lipovetsky faz comparações da moda com obras poéticas. Ele trata sobre a manifestação da moda não como uma forma de rivalidade entre as classes sociais ou como uma consequência do consumo conspícuo, mas sim como a consequência de uma nova relação entre as pessoas para afirmar uma personalidade própria. Assim, Lipovetsky confere à moda um caráter libertário, simbolo das transformações que anunciaram o surgimento das sociedades democráticas.


Vídeo: “O império do efêmero - stop motion colagem” 

Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=3JU2qiZh5C4 
O vídeo retrata muito bem sobre a questao da moda e da singularidade proposta por Lipovetsky por meio de conjuntos de imagens e recortes.

DEFINIÇÕES: 

  1. Teoria do caos: 
   É uma das leis mais importantes do Universo, presente na essência de quase tudo o que nos cerca. A idéia central da teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer conseqüências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis - caóticos, portanto. Parece assustador, mas é só dar uma olhada nos fenômenos mais casuais da vida para notar que essa idéia faz sentido. Imagine que, no passado, você tenha perdido o vestibular na faculdade de seus sonhos porque um prego furou o pneu do ônibus. Desconsolado, você entra em outra universidade. Então, as pessoas com quem você vai conviver serão outras, seus amigos vão mudar, os amores serão diferentes, seus filhos e netos podem ser outros... 
   No final, sua vida se alterou por completo, e tudo por causa do tal prego no início dessa seqüência de eventos! Esse tipo de imprevisibilidade nunca foi segredo, mas a coisa ganhou ares de estudo científico sério no início da década de 1960, quando o meteorologista americano Edward Lorenz descobriu que fenômenos aparentemente simples têm um comportamento tão caótico quanto a vida. Ele chegou a essa conclusão ao testar um programa de computador que simulava o movimento de massas de ar. Um dia, Lorenz teclou um dos números que alimentava os cálculos da máquina com algumas casas decimais a menos, esperando que o resultado mudasse pouco. Mas a alteração insignificante, equivalente ao prego do nosso exemplo, transformou completamente o padrão das massas de ar. Para Lorenz, era como se "o bater das asas de uma borboleta no Brasil causasse, tempos depois, um tornado no Texas". Com base nessas observações, ele formulou equações que mostravam o tal "efeito borboleta". 
   Estava fundada a teoria do caos. Com o tempo, cientistas concluíram que a mesma imprevisibilidade aparecia em quase tudo, do ritmo dos batimentos cardíacos às cotações da Bolsa de Valores. Na década de 70, o matemático polonês Benoit Mandelbrot deu um novo impulso à teoria ao notar que as equações de Lorenz batiam com as que ele próprio havia feito quando desenvolveu os fractais, figuras geradas a partir de fórmulas que retratam matematicamente a geometria da natureza, como o relevo do solo ou as ramificações de nossas veias e artérias. A junção do experimento de Lorenz com a matemática de Mandelbrot indica que o caos parece estar na essência de tudo, moldando o Universo. "Lorenz e eu buscávamos a mesma verdade, escondida no meio de uma grande montanha. A diferença é que escavamos a partir de lugares diferentes", diz Mandelbrot, hoje na Universidade de Yale, nos Estados Unidos. E pesquisas recentes mostraram algo ainda mais surpreendente: equações idênticas aparecem em fenômenos caóticos que não têm nada a ver uns com os outros. "As equações de Lorenz para o caos das massas de ar surgem também em experimentos com raio laser, e as mesmas fórmulas que regem certas soluções químicas se repetem quando estudamos o ritmo desordenado das gotas de uma torneira", afirma o matemático Steven Strogatz, da Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Isso significa que pode haver uma estranha ordem por trás de toda a imprevisibilidade. Só a continuação das "escavações" pode resolver o mistério. 
  1. Pós-modernidade: 
   As características da pós-modernidade podem ser resumidas em alguns pontos: propensão a se deixar dominar pela imaginação das mídias eletrônicas; colonização do seu universo pelos mercados (econômico, político, cultural e social); celebração do consumo como expressão pessoal; pluralidade cultural; polarização social devido aos distanciamentos acrescidos pelos rendimentos; falências das metanarrativas emancipadoras como aquelas propostas pela Revolução Francesa: liberdade, igualdade e fraternidade. 
   A pós-modernidade recobre todos esses fenômenos, conduzindo, em um único e mesmo movimento, à um a lógica cultural que valoriza o relativismo e a (in)diferença, a um conjunto de processos intelectuais flutuantes e indeterminados, á uma configuração de traços sociais que significaria a erupção de um movimento de descontinuidade da condição moderna: mudanças dos sistemas produtivos e crise do trabalho, eclipse da historicidade, crise do individualismo e onipresença da cultura narcisista de massa. 
   Em outras palavras: a pós-modernidade tem predomínio do instantâneo, da perda de fronteiras, gerando a idéia de que o mundo está cada vez menor através do avanço da tecnologia. Estamos diante de um mundo virtual, imagem, som e texto em uma velocidade instantânea. No campo urbano, a cidade é vendida aos pedaços porque nela há caos, (des)ordem: padrões de diferentes graus de complexidade: o efêmero, o fragmentário, o descontínuo, o caótico predomina. 
   Mudam-se valores: é o novo, o fugidio, o efêmero, o fulgaz, o individualismo, que valem. A aceleração transforma o consumo numa rapidez nunca vivenciada: tudo é descartável (desde copos a maridos/ou esposas). A publicidade manipula desejos, promove a sedução, cria novas imagens e signos, eventos como espetáculos, valorizando o que a mídia dá ao transitório da vida. As telecomunicações possibilitam imagens vistas em todas as partes do planeta, facilitando a mercadificação de coisas e gostos. A informatização, o computador, o caixarápido 24 horas, a telemática são compulsivamente disseminadas. As lutas mudam: agora não é contra o patrão, mas contra a falta deles. Os pobres só dizem presente nos acontecimentos de massa, lugar de deslocamento das energias de revolta. 
  1. Cibercultura:
   A cibercultura é relação entre a tecnologia e a comunicação, que começaram a caminhar lado a lado com a evolução tecnológica que gerou a convergência entre informática e telecomunicação. É a cultura da remixagem, do ode a internet, da idolatria ao virtual, o que, diga-se de passagem, é intrínseco às novas gerações. 
   Trata-se de uma cultura contemporânea, caracterizada pelo compartilhamento de informação e conhecimento. O que acontece, por exemplo em nosso dia-a-dia quando usamos plataformas sociais, como Facebook, quando acessamos um site de notícias, ou até mesmo em conversas na hora do cafezinho.
  1. Holismo:
   A palavra “holismo” vem do grego “holos” que significa “todo”, “inteiro”, “completo”, e é usada para designar um modo de pensar, ou considerar a realidade, segundo a qual nada pode ser explicado pela mera ordenação ou disposição das partes, mas antes pelas relações que elas mantém entre si e com o próprio todo. As realidades poderiam ser entendidas em dois estágios: o primeiro seria o “todo" e este, por sua vez, seria composto por partes distintas porém inter-relacionadas, apenas compreensíveis dentro do contexto do “todo”. 
   Em 1926 a palavra “holismo” foi empregada por Jan Christian Smuts em seu livro “Holism and Evolution” (Holismo e Evolução), porém com uma definição bem mais abrangente do que a empregada atualmente. Mas o holismo só tomou força a partir da década de 80 quando passou a ser empregado para tentar explicar um novo paradigma que deveria ser empregado a fim de anular os diversos distúrbios causados pelo homem na natureza. Por isso, o holismo é freqüentemente associado a discursos ambientalistas. 
   O holismo, na verdade, surge da crise que abalou os alicerces da ciência questionando o postulado de qualquer filosofia reducionista, que baseada na lógica do pensamento cartesiano-newtoniano, deixa de considerar as interações existentes entre tudo o que existe e as conseqüências de qualquer alteração nestas interações que, segundo afirmam alguns seriam as responsáveis pelo desequilíbrio enfrentado pelo mundo hoje (seja do ponto de vista social, econômico ou ambiental). 
   Com implicações profundas em quase todas as áreas do conhecimento, a filosofia holística vem provocando questionamentos principalmente nos campos da saúde onde as doenças começam a ser encaradas como uma manifestação localizada de um distúrbio no equilíbrio do indivíduo como um todo, não apenas de uma de suas partes (questão focada por algumas práticas medicinais tradicionais como a ayurveda). 
  1. Era do vazio:
   Estamos vivendo novos tempos. A Era do Vazio baseia-se em um novo estágio histórico do individualismo, uma nova era democrática que se traduz pela redução da violência e pelo desgaste do que há um século vem sendo considerada como vanguarda, onde as sociedades democráticas avançadas estão agora situadas na era 'pós-moderna'. A obra focaliza o enfraquecimento da sociedade, dos costumes, do indivíduo contemporâneo da era do consumo de massa e a emergência de um modo de socialização e de individualização inédita, numa ruptura com que foi instituído a partir dos séculos XVII e XVIII. Esta obra é uma tradução da última edição francesa, com pósfacio do autor, e tem uma magnífica apresentação escrita pelo filósofo brasileiro Juremir Machado da Silva, que situa os temas na atual realidade da sociedade brasileira. 
  1. Ciência da informação e da comunicação - tic’s:
   Chamamos Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) aos procedimentos, métodos e equipamentos para processar informação e comunicar que surgiram no contexto da Revolução Informática, Revolução Telemática ou Terceira Revolução Industrial, desenvolvidos gradualmente desde a segunda metade da década de 1970 e, principalmente, nos anos 90 do mesmo século. Estas tecnologias agilizaram e tornaram menos palpável o conteúdo da comunicação, por meio da digitalização e da comunicação em redes para a captação, transmissão e distribuição das informações, que podem assumir a forma de texto, imagem estática, vídeo ou som. Considera-se que o advento destas novas tecnologias e a forma como foram utilizadas por governos, empresas, indivíduos e sectores sociais possibilitaram o surgimento da Sociedade da Informação. As áreas de aplicação das TIC, a que actualmente se recorre de forma intensiva nas diversas esferas da intervenção humana. 
- Computador : Computar significa calcular ou contar. Um computador é um aparelho concebido para desempenhar cálculos e operações lógicas com facilidade, rapidez e fiabilidade, seguindo instruções (programas) nele introduzidas. 
- Comunicação : é essencial à condição humana desde as mais remotas eras e consiste numa interação que ocorre entre dois ou mais intervenientes, em termos de transmissão e recepção de informação. 
- Controlo e automação : de mecanismos e de processos e equipamentos industriais é um campo de aplicação das TIC. A Domótica, a Robótica, a simulação de veículos, o controlo de processos e instrumentos na indústria química ou no ambiente hospitalar, são exemplos da aplicação e da importância desta área. 
  1. Relativismo, ausência de posicionamento crítico social, aceitação a-crítica de experiências contemporâneas podem levar ao risco da destruição da ordem e a consequente destruição do tecido social? Caminhamos para o caos?
   Achar que todo conhecimento é relativo, recusando toda e qualquer verdade ou valor tidos como absolutos; Não possuir uma visão crítica e detalhista do mundo; Aceitar de forma pacífica tudo que o mundo lhe impõe e não se perguntar “o por que” ou se intrigar com algo que está sendo afirmado; São formas de tornar o mundo menos seletivo com as informações que circulam livremente. 
   Senso crítico é a capacidade de questionar e analisar de forma racional e inteligente tudo o que é trasmitido para nós, é a predisposição que um indivíduo tem de criar sua própria opinião, independente do senso comum. A sua falta pode gerar problemas graves, por exemplo: 
   “Um individuo lê na capa de uma revista que um determinado deputado possui contas ilegais na Suiça. Como ele considera aquela revista confiável, prefere entrar numa zona de conforto e aceitar aquilo como verdade a ir pesquisar mais sobre essa informação que lhe foi transmitida. Isso, além de formar uma opinião errônea de que todos na política não prestam, causa uma revolta geral na população, que se achará no direito de fazer justiça com as próprias mãos ou provocar algum tipo de entropia social” 
   Assim como no exemplo citado acima, podemos citar diversos outros casos onde a falta de senso crítico pode levar ao risco da destruição da ordem e consequentemente a destruição do tecido social. Esse risco de desordem se agrava ainda mais com a difusão de informações na internet, onde o anonimato e a liberdade faz com que qualquer um divulgue o que quiser sem pesquisa ou fundamento. Infelizmente essa reação apática, desinteressada e claramente remediadora parece ser um padrão de comportamento que permeia a maioria dos integrantes da nossa sociedade. Tudo indica que essa falta de senso crítico nas notícias recebidas e tudo que nos rodeia tende a piorar no futuro, pois a nossa sociedade, como existe e funciona na atualidade, conspira para isso. 
  1. Qual é o papel da ciência e da tecnologia no mundo atual? (pós-moderno) 
   “Apesar de todos os benefícios que a ciência moderna e a tecnologia têm proporcionado aos seres humanos, vem crescendo o discurso crítico sobre o risco que elas podem causar no cenário da sociedade moderna, embora seja um assunto controvertido já que trata do risco e não do progresso. Numa sociedade em que o desenvolvimento científicotecnológico tornou-se hegemônico é fundamental refletir sobre a tecnologia numa outra perspectiva. O que temos visto é que o progresso tecnológico não tem atendido às necessidades básicas da população e sim tem servido para a promoção de interesses de poucos como estratégia do sistema capitalista. Entendemos que as prioridades que os governantes têm dado à tecnologia tem que ser revista na busca da promoção humana, visando melhorar a qualidade de vida da população, fato que não ocorre efetivamente. 
   Poderíamos dizer então que o crescimento da importância do conhecimento e a aceleração na produção de inovações faz com que as assimetrias e desigualdades sociais estejam propensas a agravar-se na mesma velocidade, ficando mais difícil superá-las e exigindo cada vez mais esforços na tentativa de revertê-las. 
   Nos últimos anos, a pesquisa básica tem concentrado seus esforços em campos muito distantes das necessidades cotidianas da sociedade. A ciência e a tecnologia visam atender às necessidades das classes dominantes e dos governos que representam empresas poderosas, de modo que somente uma pequena parcela da população pode usufruir de seus serviços e inovações, acentuando a desigualdade social, ao mesmo tempo em que garante o lucro de um seleto grupo de empresas. 
   Se visarmos o bem-estar geral e não o lucro máximo, devemos mudar o critério para o desenvolvimento científico-tecnológico e, conseqüentemente, o econômico. É necessário haver uma modificação radical do lugar da ciência na sociedade, de forma a abrir as portas do mundo científico e tecnológico a toda a população e não somente a uma “elite”, vinda das classes dirigentes ou por eles selecionada, que tem tido o monopólio da ciência desde o início da civilização”. 

REFERÊNCIAS:

  • ESTRANHO, Mundo. O que é a teoria do caos? Disponível em: Acesso em: 11 out. 2015. 
  • FRITJOF, Capra. O ponto de mutação. São Paulo: Cultrix, 2000. 
  • LÉVY, Pierre. Introduçao: Dilúvios. In: CIBERCULTURA. São Paulo: Editora 34 Ltda, 1999. 
  • RAMOS, Sérgio. Tecnologias da Informação e Comunicação. Disponível em: < http://livre.fornece.info/media/download_gallery/recursos/conceitos_basicos/TICConceitos_Basicos_SR_Out_2008.pdf > Acesso em: 11 out. 2015. 
  • SANTOS, Milton. Metamorfose do espaço geográfico. São Paulo: Hucitec, 1996. 
  • SILVEIRA, Rosemari Monteiro Castilho Foggiatto. CIÊNCIA E TECNOLOGIA: Transformando a relação do ser humano com o mundo. Disponível em: Acesso em: 11 out. 2015. 
  • TERRICABRAS, J. M., et al. Diccionario de Filosofia, Tomo II (E-J).Editoral Arial S.A., Barcelona, 1994.

Webquest 2:

Integrantes do grupo:
Maura Ramos Linhares
Luiz Allan Garcia
Rafael Brandão

WEBQUEST

Texto 1 - As redes sociais da internet: a revolução na comunicação global.
Autora: Márcia Moussallem.

Comentário:Esse novo padrão de sociabilidade que a tecnologia traz transforma as relações políticas, econômicas e culturais, criando e recriando novos papéis e atores. As pessoas, além de consumidores, passam também a criar diversos conteúdos e imagens. Entretanto, apesar da grande relevância que a tecnologia trouxe para a sociedade em todos os campos, pesquisadores apontam que estamos diante de uma desumanização das redes sociais, aumentando a depressão, alienação e solidão, bem como o afastamento das relações familiares e de amizade.

Texto 2 – A revolução da internet das coisas.
Autor: Maurício de Carvalho.

Comentário:O fato é que as novas tecnologias são capazes de fazer conexões entre pessoas e objetos. E isso é inédito na história. São os chamados wearablesdevices (dispositivos digitais para vestir). Com eles, já é possível medir a pressão arterial, automatizar residências, controlar a temperatura de um ambiente, gerenciar frotas, fazer um carro estacionar sozinho, entre outras muitas atividades. Onde isso vai parar? Não sei e ninguém sabe. A inovação não tem limites. E, para nós que atuamos no segmento de tecnologia, o grande desafio está em usar todo esse conhecimento em prol de soluções que facilitem o dia a dia das pessoas. Mas, uma coisa posso afirmar, trata-se de um caminho sem volta.

Texto 3 – A revolução digital.
Autora: Léa Elisa Silingowschi Calil

Comentário:A internet traz consigo uma globalização maior do que aquela provocada pelas grandes navegações, que descobriu novos continentes e ampliou como nunca, até então, os mercados ao oferecer novos e desconhecidos produtos. Cria novos postos de trabalho com a mesma velocidade com que fecha outros com uma rapidez muito maior do que aquela provocada pela revolução industrial. Democratiza o acesso a informações a muito mais pessoas e com mais amplitude que a invenção da imprensa por Guttemberg o fez.
Aqueles que não têm acesso à rede mundial de computadores estão sendo excluídos desta revolução. Vivem o que se chama de exclusão digital. A exclusão digital é um problema sério que deve ser combatido por todos os governos. A diferença entre alguém que sabe usar um computador e acessar a Internet daquele que não sabe nada sobre este assunto (uma vítima da exclusão digital) pode, em alguns anos, ser tão grande quanto a que existe entre um analfabeto e um alfabetizado.


Imagem 1: “Em 60 segundos”.
Comentário:Essa imagem é um infográfico do que acontece na internet em 60 segundos, chega a ser chocante o número de informações que podem ser trocadas em tão pouco tempo.
Imagem 2:“Revolução digital”

Comentário:Essa imagem é um infográfico sobre a revolução digital e o que aconteceu nos últimos 10 anos, realmente foi muito avanço em tão pouco tempo.

Imagem 3 – “Apropriação de ideias”.
Comentário:Essa imagem mostra como é fácil se apropriar de ideias de outras pessoas, lembrando que mesmo com toda a facilidade que a internet nos dá é preciso ainda pensar em usa-la com ética.


Vídeo 1 – “Redes Sociais - Revolução na internet”.

Comentário:O vídeo mostra de forma bem simples o quanto as redes sociais elevaram a agilidade das pessoas se conectarem com tudo.

Vídeo 2 – “Surgimento e evolução da internet”.

Comentário:O vídeo retrata o surgimento da internet e sua evolução com o passar do tempo.

Vídeo 3 – “A rede social – O filme”.

Comentário:O filme retrata a história da criação de uma das maiores redes sociais do mundo, e aborda conceitos sobre ética.


Teoria do caos: É uma das leis mais importantes do Universo, presente na essência de quase tudo o que nos cerca. A idéia central da teoria do caos é que uma pequenina mudança no início de um evento qualquer pode trazer conseqüências enormes e absolutamente desconhecidas no futuro. Por isso, tais eventos seriam praticamente imprevisíveis - caóticos, portanto.

Pós-modernidade:A pós-modernidade é um conceito da sociologia histórica que designa a condição sócio-cultural e estética prevalente no capitalismo após a queda do Muro de Berlim (1989), o colapso da União Soviética e a crise das ideologias nas sociedades ocidentais no final do século XX, com a dissolução da referência à razão como uma garantia de possibilidade de compreensão do mundo através de esquemas totalizantes.

Cybercultura: É a cultura que surgiu, ou surge, a partir do uso da rede de computadores através da comunicação virtual, a indústria do entretenimento e o comércio eletrônico. É também o estudo de vários fenômenos sociais associados à internet e outras novas formas de comunicação em rede, como as comunidades on-line, jogos de multi-usuários, jogos sociais, mídias sociais, realidade aumentada, mensagens de texto, e inclui questões relacionadas à identidade, privacidade e formação de rede.

Holismo: Abordagem, no campo das ciências humanas e naturais, que prioriza o entendimento integral dos fenômenos, em oposição ao procedimento analítico em que seus componentes são tomados isoladamente [Por ex., a abordagem sociológica que parte da sociedade global e não do indivíduo.].

“Era do vazio”:A Era do Vazio baseia-se em um novo estágio histórico do individualismo, uma nova era democrática que se traduz pela redução da violência e pelo desgaste do que há um século vem sendo considerada como vanguarda, onde as sociedades democráticas avançadas estão agora situadas na era 'pós-moderna.

TICS:As Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) podem ser entendidas como um conjunto de recursos tecnológicos que proporcionam um novo modo de se comunicar. Surgiu, no decorrer da história, no cenário da Terceira Revolução Industrial e foi gradualmente se desenvolvendo a partir da década de 70 e foi ganhando atenção, sobretudona na década de 1990.Algumas das maiores características das TICs são a agilidade, a horizontalidade e a possibilidade de manipulação do conteúdo da comunicação e informação mediante a digitalização e comunicação em redes.


Relativismo, ausência de posicionamento crítico social e a aceitação acrítica de experiências contemporâneas podem levar ao risco da destruição da ordem e a consequente destruição do tecido social? Caminhamos para o caos?
Sim, a falta de posicionamento e da capacidade de captar a informação, processá-la e formar uma opiniãopode prejudicar e muito a sociedade. Acredito que falar que caminhamos para o caos é exagero, acho que é uma situação que ainda tem volta.


Qual é o papel da ciência e da tecnologia no mundo atual (pós-moderno)?
Conscientizar a população e disseminar o conhecimento consciente.